O decreto publicado pela prefeitura de Porto Alegre no fim da tarde de terça-feira (1°/09), que permitiu o funcionamento do comércio não essencial aos sábados e ampliou o horário de restaurantes na cidade, foi bem recebido pela Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA).

O presidente da ACPA, Paulo Afonso Pereira, entende que o avanço na ampliação do funcionamento do comércio é o resultado de muito diálogo, força de trabalho da instituição e a união com as demais entidades empresariais. “Trabalhamos muito para que houvesse avanços na flexibilização da abertura das atividades empresariais, comerciais e de serviços de Porto Alegre. Nós acreditamos que o nosso trabalho é ancorado de relativo sucesso, mas ainda não totalmente, por que trabalhamos para a abertura ampla e com toda a segurança para os empresários, funcionários e clientes”, relatou Paulo Afonso.

O empresário considera a flexibilização do isolamento social nas atividades econômicas um avanço importante, mas salienta que não pode haver retrocesso para que o comércio e demais setores possam voltar minimamente ao que eram antes da pandemia. “Não podemos parar novamente. Nós temos que incentivar o desenvolvimento. Temos certeza de que, com o trabalho e com muito denodo voltaremos, até por que a população de Porto Alegre quer isso, quer participar, quer que as atividades sejam intensas e voltem ao seu normal”, explanou o presidente da ACPA.

Reinvindicações

Paulo Afonso Pereira destaca o encerramento de muitas empresas, que não conseguiram manter seu funcionamento em decorrência da suspensão de suas atividades. “O que não podemos é recuperar aquelas empresas que, infelizmente, fecharam suas portas, os empregos que foram perdidos e que, dificilmente, ou com grande dificuldade conseguirão retornar ao mercado de trabalho”.

O presidente reeleito da entidade reforça uma das bandeiras defendidas pela Associação Comercial: a mitigação de impostos. “Pedimos que o prefeito atente para a mitigação de impostos já que fomos impedidos por tanto tempo de produzir por causa da suspensão das atividades. Impostos são um dos compromissos das empresas, portanto, é uma questão de coerência. Saúde e economia são indissociáveis”, completou.

Para o empresário, hoje, as condições são mais seguras e tranquilas seguindo-se todos os protocolos e, fundamentalmente, atendendo ao desejo da população, que é trabalhar. “Porto Alegre quer trabalhar”, afirma Paulo Afonso.

Publicado em: 3 de setembro de 2020

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