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Palavra do Presidente

O trabalho desenvolvido por nós se intensificou com o início da pandemia. Com o preocupante cenário que se estabeleceu, todas as ações estão exigindo um pouco mais de dedicação do que o habitual. Uma série de movimentos, como reuniões virtuais com prefeito, governador, presidente da Assembleia Legislativa, vereadores e nossa diretoria estão acontecendo para que se encontre o melhor caminho para a volta das atividades econômicas. Acreditamos que a soma desses esforços resultou positivamente na flexibilização para a retomada de alguns segmentos da cadeia produtiva.

Definimos como bandeiras da associação, para este momento, o critério para o fechamento e abertura do comércio, a flexibilização para a retomada das atividades do que ainda não foi autorizado e a mitigação de impostos. Entendemos que estes pontos precisam de atenção para que o prejuízo, o qual já vem sendo registrado, econômico seja o menor possível. 

O que tem chamado a nossa atenção são os gestores públicos, como os de Porto Alegre, que estão conseguindo cumprir com seus compromissos financeiros, como, por exemplo, o pagamento da folha salarial dos servidores. Mesmo com funcionários afastados, não há uma redução da carga horária nem dos vencimentos, como a iniciativa privada foi forçada a fazer. Por que isto não ocorre no setor público?

Talvez esteja aí parte da explicação para a não mitigação dos tributos daquelas empresas que foram obrigadas a fechar em prol de um bem maior, a saúde. Pelo contrário: somos obrigados a pagar IPTU, IPVA e ICMS e ISS sem qualquer adiamento nos vencimentos. Entendemos que, neste período de crise, toda a sociedade tem que fazer a sua parte, incluindo a máquina pública.

A pandemia pede o esforço de todos.